De 2007 aos grandes palcos: a história de DJ Brinks na música e na produção cultural

Por Wesley Luiz Costa Ribeiro

Com uma trajetória que começou em 2007, o DJ Brinks se tornou um dos nomes mais atuantes da cena cultural do Vale do Aço. Muito além das pick-ups, sua caminhada envolve produção de eventos, articulação cultural e participação direta na construção de grandes projetos e shows na região.

Nesta entrevista exclusiva, ele relembra o início de tudo, os desafios da estrada e os marcos que consolidaram sua carreira.


Wesley Luiz Costa Ribeiro: Brinks, vamos voltar lá no começo. Como surgiu sua ligação com a música?

DJ Brinks: Começou ainda na adolescência. Eu sempre tive muita curiosidade com música, principalmente eletrônica, e fui muito influenciado pelo meu irmão. Comecei de forma autodidata mesmo, aprendendo sozinho, mexendo em equipamento, errando, acertando… foi assim que tudo começou.


Wesley Luiz Costa Ribeiro: E 2007 foi um ano importante pra você, né?

DJ Brinks: Com certeza. Foi ali que comecei a me envolver mais seriamente com eventos e produção. Foi o início de tudo de forma profissional. A partir daí comecei a entender melhor o mercado e fui me conectando com a cena.


Wesley Luiz Costa Ribeiro: Você não ficou só como DJ, também entrou forte na produção de eventos. Como foi esse processo?

DJ Brinks: Sempre caminhei nas duas áreas. Desde 2007 já estava envolvido com produção, participando de eventos importantes como o Festival da Cachaça e várias festas na região. Também trabalhei com produção de artistas por muitos anos, como Bráulio & Ricardo. Isso me deu uma visão muito ampla do mercado.


Wesley Luiz Costa Ribeiro: E quando vieram as grandes oportunidades nos palcos?

DJ Brinks: Foi um processo. Comecei em eventos menores, depois fui ganhando espaço. Tive a oportunidade de tocar em casas como a Bruder e a Deck Hall, e também abrir shows de artistas grandes como Bruno & Marrone e Zé Neto & Cristiano. Isso marcou bastante minha trajetória.


Wesley Luiz Costa Ribeiro: Um projeto que tem muito sua identidade é o “Baile do Brinks”. Como surgiu?

DJ Brinks: O Baile do Brinks nasceu com a ideia de fortalecer a cultura urbana. Eu queria criar um espaço onde artistas locais pudessem ter visibilidade junto com artistas de fora. Já passaram vários MCs, DJs, dançarinos… é um projeto que representa muito pra mim.


Wesley Luiz Costa Ribeiro: Você também tem atuação em projetos culturais na comunidade. Qual a importância disso pra você?

DJ Brinks: É fundamental. Participei de projetos como o Conexão Jovem – Arte na Praça, que impactaram diretamente a comunidade. A cultura transforma vidas, então sempre busquei contribuir com isso.


Wesley Luiz Costa Ribeiro: Além da música, você também atuou na comunicação. Isso influenciou sua carreira?

DJ Brinks: Com certeza. Trabalhei na comunicação da Prefeitura de Timóteo por alguns anos, e isso me ajudou a entender melhor o posicionamento, imagem e estratégia. Hoje aplico isso também na minha carreira artística.


Wesley Luiz Costa Ribeiro: Depois de tantos anos desde 2007, como você enxerga sua trajetória?

DJ Brinks: Eu vejo como uma construção sólida. Foi tudo com muito trabalho, passo a passo. Tenho orgulho do que construí até aqui e sei que ainda tem muita coisa pra acontecer.


Wesley Luiz Costa Ribeiro: E o que o público pode esperar daqui pra frente?

DJ Brinks: Mais projetos, mais eventos e mais música. A ideia é continuar fortalecendo a cena e levando o trabalho cada vez mais longe.


Com mais de uma década de atuação, DJ Brinks se consolida como um nome que vai além da música, sendo peça fundamental na produção cultural do Vale do Aço e na conexão entre artistas, eventos e comunidade.


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